| HOMENAGEM A BRIZOLA |
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I |
VII |
| A noite cortou o silencio No pampa ouviu-se um berro Naquele tempo em que o ferro Na forja virava adaga Um menino e uma saga Sólito se veio ao mundo Nas plagas de Passo Fundo Em São Bento, Carazinho Ali ele cresceu sozinho UM LÍDER NOVO PRO MUNDO! |
Quem não lembra das tuas obras Da estrada da produção Quando da encampação Da CRT, da Energia E quando tu construía Mais de seis mil Brizoletas Dando o sinal, dando a letra Da importância do ensino Mais o BRDE, a Aços Finos Deu bom o aluno da ETA |
II |
VIII |
| O pai, morreu nas trincheiras Na revolta em 23 E o guri, poucos meses Foi se criando ao relento Leonel Rocha e seu Regimento Lhe inspiravam a coragem Um trem, e se foi de viagem Pra capital, e, em Viamão Foi buscar na educação Pro futuro uma passagem |
No Rio não foi diferente Nos dois Governos Estaduais Com mil obras sem iguais Os Centros Integrados de Ensino Os CIEPS, onde os meninos Estudam em tempo integral E o Sambódromo pro carnaval Um Templo para a cultura A Linha Vermelha, cuja estrutura É o maior referencial |
III |
IX |
| Bem moço em 46 Foi Deputado Estadual Prefeito da Capital E do Estado Governador E pra mostrar seu valor Com uma votação sem igual Foi Deputado Federal Da Guanabara, no Rio Onde depois com brio Fez dois Governos Estadual |
Líder de três gerações Do avô, do pai e do filho Cuja história e o brilho Eu trago na minha mente Só faltou ser Presidente Foi por combater os “interésses” E isso a gente reconhece Que quem perdeu foi o povo E se tu voltasse de novo Ia ser, pois tu merece! |
IV |
X |
| O Brizola foi destes tauras Que nunca dobrou a espinha Tal qual um galo de rinhas Era bom de pua e bom de bico Trancou o pé até com os milico Sem jamais frouxar o garrão Com argumentos e co’a razão E com a arma de suas idéias Ia ganhando a platéia De microfone na mão |
Até me custa acreditar Que tu te fostes Brizola Se aqui na minha cachola Te tenho vivo na minha mente Se comigo estás presente Em cada CIEP, na escola Nas fotos, nas bandeirolas Nas obras de teu legado No Governo de dois Estados Então, VIVA LEONEL BRIZOLA!!! |
V |
XI |
| Quem não lembra de teus feitos No Ato da Legalidade Com a razão e com a verdade Tendo o povo do teu lado No Palácio, entrincheirado Deu mostras de valentia De coragem e fidalguia Cumprindo a Constituição Dando provas a Nação De amor a democracia |
Mas já que te fostes meu líder Assim no mais sem barulho Te junta aí com o GETÚLIO Com o JANGO, com o PASQUALINI E por favor nos ensine As lições do catecismo Dê-nos coragem e civismo E não nos deixe sozinho Ilumine nossos caminhos Pra honrar o TRABALHISMO |
VI |
XII |
| Quem não lembra de teu gesto De grandeza e doação Quando abristes mão De mil hectares de herança E déstes aos jovens, as crianças As famílias dos sem terra Dando trégua nesta guerra Iniciando a Reforma Agrária E por esta ação visionária Tu és o "Pai dos Sem Terra" |
E quem diria tio Briza Pompeo de Mattos |
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